Como se define enquanto artista e quando é que se iniciou?
Sou pintor, e iniciei esta actividade de um modo autodidacta em 2010. A minha pintura tem como influência conceitos filosóficos, com intenção de criar reflexões sobre determinado tema por parte de quem vê a obra. Para tal, poderei afirmar, que as minhas influências recorrem muito ao surrealismo, embora não sei se as minhas obras poderão ser enquadradas neste estilo. Também apoio-me, mas com menos frequência no abstracto.
Por que é que escolheu essa forma de arte?
Principalmente pela liberdade e pela possibilidade de poder criar qualquer coisa praticamente sem limites. A pintura e assim como qualquer arte é fascinante, pois penso que seja uma das disciplinas ou actividades, que mais se aproxima a nós, representa-nos, mostra os nossos medos e esperanças, amores e ódios, e no limite até pode influenciar. É uma forma de expressão muito poderosa, devido como já mencionei à liberdade e possibilidade de criatividade.
Quais as técnicas que mais utiliza?
Embora tenha começado pela pintura em acrílico, neste momento tenho utilizado mais a pintura a óleo. Tenho experimentado, algumas técnicas que vejo que podem ser interessantes para a mina linha de pensamento, mas o óleo é sempre a técnica à qual volto sempre.
O que é que destacaria do seu trabalho?
É uma pergunta que é difícil de responder, pois não sou bom analista do que eu faço, mas poderei destacar o convite à descoberta que cada obra propõe, a procura do seu significado, como se cada obra minha fosse uma charada, com uma mensagem escondida, e cuja resposta somos nós próprios. Poderei talvez afirmar que é uma viajem a nós mesmos.
Em que é que está a trabalhar atualmente?
Actualmente continuo a dedicar-me à pintura a óleo com propostas de mais descobertas engraçadas, e que espero sejam motivos de reflexão.